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segunda-feira

[Crítica] Faking It – Segunda Temporada B




A segunda metade da 2ª temporada de Faking It, como um todo, conseguiu manter a qualidade das anteriores, mas infelizmente acabou tropeçando no seu maior diferencial: a representatividade.

Faking It é uma série de TV que mesmo sem expressivos ratings de audiência, conseguiu se estabelecer entre diversas outras grandes séries, mais comerciais, conquistando o seu público e a mídia com uma historia de amor cativante e totalmente sem rótulos.

Na temporada passada Faking It abrangeu seu leque de opções, adicionando uma grande quantidade de personagens, trilhando a trama de suas protagonistas separadamente; mas agora na 2B, os caminhos de Amy e Karma voltam a se cruzar, em uma temporada cheia reviravoltas e um persistente estado de negação. 

[Crítica] Faking It – Segunda Temporada A


Dramédias sempre tendem a pender mais para o lado do humor, mas uma vez que começam a trilhar o caminho do drama, não há psicológico suficiente para o aguentar a enxurrada de sentimentos.

A segunda temporada de Faking It abriu-se para o mundo no melhor episódio da série inteira até aqui; com um ritmo completamente diferente da anterior, elevando ao máximo toda a capacidade dos roteiristas em construir diálogos inteligentes e engraçados explorando toda a química de seu elenco, que a essa altura, já estão mais a vontade com seus personagens tornando o tempo em tela dos mesmos, um prato cheio aos olhos.

[Crítica] Faking It – Primeira Temporada



Faking It chegou silenciosa e descompromissada, uma série de comédia que zombaria com um assunto tão delicado e polêmico, teria tudo para dar errado. Mas não foi preciso muito tempo para estabelecer a sua qualidade, e aos poucos conquistar o seu espaço – A série se tornou a mais assistida da emissora em 2014, com 1.4 milhões de telespectadores por episódio.

A série poderia ser classificada no que chamamos de “prazer oculto”, duas meninas fingindo ser namoradas, muitos abraços, beijos e ménages, mas quem liga para isso?! – A leveza com que a trama é tratada, e a sagacidade do roteiro, com suas referências hilárias do mundo e da cultura pop, nós atraem para dentro desse universo, seja lá qual for sua opção sexual. E o que mais queremos é gritar aos quatro ventos, o quão boa e divertida essa série pode ser.